NIETZSCHE

"E aqueles que foram vistos dançando, foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música". "Vida sem música é um equívoco". NIETZSCHE

sexta-feira, 5 de março de 2010

SABICAS WITH JOE BECK-ROCK ENCOUTER-ESPANHA/USA? 19??




Há muito, venho tentando apresentar este álbum com informações conclusivas sobre os músicos envolvidos e sobre este encontro magnífico. Devo confessar meu fracasso e, também, minha impotência, pois não consigo encontrar praticamente nada neste mundo de informações que nos é proporcionado pela internet.
As informações que consigo, revelam que este álbum foi concebido a partir de um encontro entre
Sabicas (Espanha-guitarra flamenca) e Joe Beck (USA-guitarra elétrica), incluindo também Donald Mac Donald (bateria), Warren Bernhardt (teclados) e Tony Levin (baixo), este último, já tocou com Peter Gabriel e King Crimson.
O que mais me chocou no fato de eu não conseguir mais informações relevantes, é a data informada para tal encontro, 1966. Confesso que ignoro a trajetória dos dois principais músicos envolvidos, porém sinto-me na obrigação de discordar - até que me provem o contrário -, pois se assim for, este grupo de músicos seria, por exemplo, precursor do estilo progressivo, em detrimento de grupos como The Moody Blues ou Pink Floyd, e até mesmo, do estilo de rock inglês como o do Zeppelin. Na minha "arriscada" ignorante opinião, este álbum não teria sido concebido antes de 1970."Ou não!"
Controvérsias à parte, eis um álbum instrumental maravilhoso de"rock/jazz/progressivo/flamenco"; enfim, um álbum com os elementos mais essenciais para se configurar como pérola da música de qualidade. Com arranjos impecáveis, harmonia na veia e melodias incríveis, e a qualidade dos músicos é indiscutível.
Recomendo por ser um dos melhores álbuns de música instrumental que já ouvi.


MÚSICAS:

Inca Song(5:15)
Joe's Tune(3:49)
Zambra(4:02)
Zapateado(9:38)
Handclaps(0:31)
Flamenco Rock(6:13)
Bulerias(7:25)
Farruca(4:45)
MÚSICOS:

Sabicas - Guitarra Española
Joe Beck - Guitarra Eléctrica
Tony Levin - Baixo
Donald McDonald - Batería
Warren Bernhardt - Teclados

LINK:

RADIOHEAD-AMNESIAC-INGLATERRA 2001



Dos abismos lamacentos da alma, onde reside toda amargura que um ser humano pode ter, surgiu Amnesiac, quinto álbum da genial banda Radiohead.
Amnesiac veio como um martelo gigante esmagador para encerrar a dúvida que pairava no ar, em que todos indagavam em que direção iria a banda após sucessivos lançamentos de ótima qualidade, principalmente tão pouco tempo após Ok computer, considerado pela maioria como sua obra prima e colocado pela crítica como um dos melhores discos de rock de todos os tempos.
Quando a maioria pensava que o Radiohead tinha esgotado todas as possibilidades, veio a surpresa, lançaram esta pérola, superando as expectativas, no auge da criatividade. Um álbum de facetas diversas e repleto de cores, mas cores em tons extremamente sombrios. Um álbum de vanguarda.
Para os que pensam o Radiohead como apenas uma "bandinha", posso garantir que é um equívoco, pois trata-se de um grupo que apresenta uma proposta musical ímpar, legítima. E este álbum está fora de contexto comercial, muito pelo contrário, eles apostaram em uma fórmula até um tanto perigosa, pois a sonoridade é bastante hermética, extremamente sombria, e até algo muito próximo à morbidez.
No ápice da loucura e da dor, da criatividade e da genialidade, eles apresentam algumas faixas de rara beleza e muito representativas que colocam o Radiohead no patamar da genialidade. A faixa Pyramidi song dá a impressão de um pássaro alvejado caindo do topo de imenso penhasco de rochas cortantes, com seus gritos ecoando toda sua dor, através da voz de Thom Yorke, envolvida numa sinistra e sufocante orquestração e magnífica guitarra, encimadas pela belíssima bateria estranha e descompassada. É um clássico que nos remete às profundezas funestas, vazias e espinhentas da alma (é o tipo de música para se ouvir caso pense em suicídio...rs rs).
Life in a glass house, eu diria que foi extraída diretamente do limbo da alma para a voz de Thom Yorke, é como uma expressão Dostoievski Nietzscheana que ecoa por entre os acordes numa convulsão rítmica, engrandecida pela banda do
veterano Humphrey Lyttelton (composta de trompete, trombone e clarinete) - (segundo o guitarrista Jonny Greenwood , sem ele esta música não seria possível), com oitenta anos nesta época - que incorpora perfeitamente a condição doentia da banda e acrescenta ingredientes indispensáveis que refletem tensas imagens de cinzas retorcidas, eclodindo numa música de beleza extrema.
Outros destaques deste magnífico álbum são: You and whose army, Morning bell/Amnesiac, Dollar e cents e Like spinning plates. Todas doentiamente magníficas.

Acrescentei ao álbum a faixa Paranoid android - original do álbum Ok Computer - numa versão orquestrada, do The String Quartet . Fiquei por demais impressionado com a beleza desta versão, em que os caras conseguem, em alguns momentos, ser tão fiéis, em se tratando de reproduzir com o violino alguns solos de guitarra extremamente loucos , pessoais e estridentes contidos na versão original; além de também conseguirem retratar instrumentalmente os subjetivos e agonizantes vocais de Thom Yorke. É uma versão exemplar.

MÚSICAS:

1. Packt Like Sardines In A Crushd Tin Box
2. Pyramid Song
3. Pulk Pull Revolving Doors
4. You And Whose Army
5. I Might Be Wrong
6. Knives Out
7. Morning Bell - Amnesiac
8. Dollars & Cents
9. Hunting Bears
10. Like Spinning Plates
11. Life In A Glass House

MÚSICOS:

Thom Yorke -(voz, guitarra, piano)
Jonny Greenwood -(guitarra, teclado, xilofone)
Ed O'Brien -(guitarra)
Colin Greenwood -(baixo)
Phil Selway -(bateria)


LINK:






quinta-feira, 4 de março de 2010

PROG ROCK VINTAGE - HOMENAGEM

...............http://www.progrockvintage.com/........................
Está de volta o grande e magnífico PROG ROCK VINTAGE.
O google o deletou da rede após tanto empenho e tempo dedicado por sua idelizadora, mas a Luciana mostra que não foi derrotada, e retorna com a corda toda com seu enorme conhecimento e um invejável acervo de música progressiva.
VIDA ETERNA AO PROG ROCK VINTAGE!!!!




domingo, 21 de fevereiro de 2010

CLÁUDIO FONZI

CLÁUDIO FONZI E MICK BOX (URIAH HEEP)

CLÁUDIO FONZI E ANNIE HASLAM (RENAISSANCE)



Esta é uma matéria dedicada ao um dos maiores sábios da música progressiva de todos os tempos:
CLÁUDIO FONZI. Produtor musical, proprietário da Renaissance Discos (loja de discos, situada na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro:
Rua Alcindo Guanabara 17, Sala 1508 Edifício Teatro Regina
TEL: (21) 2524-0216 CEL: (24) 9218-2407), e produtor da extinta TRIBUNA FM de Petrópolis-Rj, e também responsável por um dos melhores programas de rádio, o TRIBUNA PROGRESSIVA, que ia ao ar toda 4ª feira.
Foi colaborador de diversos meios de comunicação relacionados à música progressiva, dentre eles o jornal METAMÚSICA, além de ter participado na produção do show da Annie Haslam, em sua primeira turnê no Brasil.
O texto abaixo foi uma de suas contribuições para o universo musical, na coluna intitulada Horizonte Progressivo, do site Whiplash: http://whiplash.net/materias/horizonteprogressivo/000215-yes.html

1972 - O APOGEU DO MOVIMENTO PROGRESSIVO

Historicamente definido como surgido no ano de 1967, o estilo denominado Rock Progressivo permaneceu por alguns anos restrito praticamente à Inglaterra, através de bandas como Pink Floyd, The Moody Blues, The Nice e King Crimson.

A partir de 1970, muitas bandas inglesas foram surgindo, mas em outros países continuava havendo uma representatividade muito pequena, com pouquíssimos lançamentos fonográficos.

O ano de 1972, porém, marcou o início da Grande Era Progressiva, com muitos lançamentos de altíssimo nível, não somente entre as bandas inglesas, mas também por diversas bandas de outros países, sendo que boa parte desses lançamentos pode ser considerada como a obra-prima de seus criadores.

Tais lançamentos proporcionaram também uma maior identificação do público em geral, o que terminou por posicionar vários discos Progressivos entre os mais vendidos.

Assim sendo, para ilustrar tais fatos com maior detalhe e abrangência, segue abaixo pequena relação, acompanhada de breve descrição das principais obras editadas naquele ano, começando pela Inglaterra:

Imagem
- "CLOSE TO THE EDGE": Praticamente uma unanimidade entre os fãs do YES, esta obra é admirada pela grandíssima maioria dos proggers e mesmo pelos não-apaixonados pelo estilo. Perfeito em todos os aspectos, é constituído por três maravilhosas sinfonias - "Close To The Edge", "And You & I" e "Siberian Khatru", todas de longa duração.

Este trabalho marcou também o apogeu da formação clássica dessa banda, constituida pelos geniais Jon Anderson (vocais), Steve Howe (guitarras e violões), Rick Wakeman (teclados), Chris Squire (baixo e vocais) e Bill Bruford (bateria), no que possivelmente foi o mais virtuoso quinteto surgido na história da Música.

A capa foi criada por Roger Dean, o mais importante capista Progressivo de todos os tempos. Em termos de vendas, obteve grande sucesso, atingindo pelo menos o 6º lugar nos EUA e o 9º na Inglaterra.

Imagem
- "TRILOGY": Outra quase unanimidade entre seus fãs, é o mais coeso trabalho do infernal trio EMERSON, LAKE & PALMER. Contendo um total de 7 faixas, têm como destaques a belíssima suíte "The Endless Enigma", a balada "From the Beginning" e a magistral adaptação da peça erudita "Rodeo" (do compositor americano Aaron Copland), que recebeu o título de "Hoedown".

No aspecto vendas, atingiu a 7ª posição nos EUA e o 8º na Inglaterra.

Imagem
- "THICK AS A BRICK": Indiscutivelmente, é a obra-prima da fantástica carreira discográfica do JETHRO TULL. Extremamente ousada para a época, esta obra se constituía em apenas 1 música, dividida em duas partes de mais de 20 minutos cada. Além disso, suas letras eram de uma audácia e ironia contundentes e sua capa (um verdadeiro jornal, com várias páginas, noticias de todos os tipos, horóscopo, palavras cruzadas, etc etc) de uma criatividade extraordinária.

Criada pelo absolutamente genial Ian Anderson (flauta, vocais e violão), contou também com a presença dos excelentes Martin
Barre (guitarra), Barriemore Barlow (bateria), John Evans (teclados), e Jeffrey Hammond (baixo). Tornou-se também um dos discos Progressivos mais vendidos até aquela época, chegando ao 1º posto nos EUA e pelo menos ao 9º na Inglaterra.

Na extensa carreira discográfica do Jethro Tull, foi lançado também nesse ano, o esplêndido album duplo "LIVING IN THE PAST", misto de coletânea com inéditas de estúdio e ao vivo e produzido com maravilhoso capricho, com capa dura estilo "livro" e várias folhas internas repletas de fotos coloridas. A despeito de ser duplo, atingiu o 4º lugar nas paradas americanas.

Imagem
- "FOXTROT": Este álbum contém, para muitos, a obra máxima do Rock Progressivo - a extraordinária suíte "Supper's Ready" e seus mais de 22 minutos. Repleta de variações melódicas e mudanças de tempo, é até hoje, uma das mais sofisticadas e imitadas obras da Música Moderna.

Contendo mais 5 excelente músicas, este album marcou a fase áurea do GENESIS (consolidada definitivamente no ano seguinte, com o lançamento de "Selling England by The Pound"), sendo que a formação era absolutamente brilhante, com Peter Gabriel (vocais e flauta), Steve hackett (guitarras e violões), Tony Banks (teclados), Mike Rutherford (baixo, violão, guitarra e vocais) e Phil Collins (bateria e vocais).

Imagem
- "PROLOGUE": Apesar de não ter tido o sucesso mundial das obras citadas acima, este é certamente um dos mais belos trabalhos da banda RENAISSANCE, tendo tido ainda o inigualável mérito de ter revelado ao mundo a angelical voz da "Musa Absoluta do Rock Progressivo", a cantora Annie Haslam.

Este disco marcou também o início da formação clássica da banda, completamente diferente da dos dois discos anteriores. Em "Prologue", os companheiros de Annie Haslam foram Jon Camp (baixo e vocais), John Tout (piano e vocais), Terence Sullivan (bateria e vocais) e Rob Hendry (guitarra, bandolim e vocais), além das participações fundamentais de Michael Dunford (composições), Betty Thatcher (letras), Jim Mc Carty (não pertencia mais a banda, mas contribuiu com duas belíssimas composições) e Francis Monkman (tecladista do CURVED AIR, fêz uma breve mas fantástica participação no sintetizador VCS3, na faixa "Rajah Khan").

Imagem
- "DEMONS AND WIZARDS" e "THE MAGICIAN'S BIRTHDAY": Respectivamente, 4º e 5º lançamentos do URIAH HEEP, estes álbuns representam o mais alto nível de qualidade que esta banda chegou, com a apresentação de um Hard Rock Progressivo dos mais brilhantes já vistos.

Com ligeira superioridade para "DEMONS...", ambos foram executados pela mais importante formação que a banda teve, incluindo o vocalista David Byron, o tecladista, guitarrista e vocalista Ken Hensley, o guitarrista Mick Box, o baixista Gary Thain e o baterista Lee Kerslake. As capas foram de autoria de Roger Dean.

Imagem
- "SPACE SHANTY": Único album da banda KHAN, é absolutamente espetacular, tendo marcado o alavancamento da carreira do guitarrista Steve Hillage, que daí partiu para integrar o GONG. Contou também com o talento do tecladista Dave Stewart, um dos líderes do EGG e que, posteriormente, esteve em bandas como o HATFIELD & THE NORTH.

- "SWADDLING SONGS": Único album do MELLOW CANDLE (muitos anos depois foi lançado a coletânea de inéditas "The Virgin Pophet"), é uma das jóias mais preciosas do Folk Progressivo, pois reúne melodias absolutamente encantadoras com belíssimos arranjos. Entre os músicos participantes, o destaque vai para as vocalistas Alison Willians e Clodagh Simmonds (que depois participou brilhantemente de OMMADAWN, obra-prima de MIKE OLDFIELD), o guitarrista David Willians e o percussionista Willian Murray (que também participou de OMMADAWN).

Imagem
- "LADY LAKE": 2º disco do GNIDROLOG, é sua obra mais brilhante, tendo seus pontos máximos nas fantásticas composições "I Could Never Be a Soldier" e "Ships". Entre seus membros, destaque para os gêmeos Colin Goldring (já famoso pela sua participação no clássico "THE YES ALBUM", tocava guitarra, sax, gaita e vocais) e Stewart Goldring (guitarra e vocais) e o multi-instrumentista Nigel Pegrum (flauta, bateria, oboé e piano), futuro membro do STEELEYE SPAN.

- "LIVE IN CONCERT WITH EDMONTON ORCHESTRA": Gravado no Canadá em 18 de novembro de 1971, este album marcou o ápice da carreira Progressiva do PROCOL HARUM, constituído por Gary Brooker (teclados e vocais), B.J. Wilson (bateria), Chris Copping (orgão), Alan Cartwright (Baixo) e Dave Ball (guitarra), que apresentaram-se acompanhados por Coral e Orquestra, realizando bela fusão entre as linguagens Rock e Música Erudita.

Aclamado pela crítica, obteve também grande sucesso de vendas, permanecendo por 20 semanas nas paradas americanas, e chegando a atingir o 7º lugar.

- "PHANTASMAGORIA": 3º album do CURVED AIR, não costuma ser considerado como sua obra-prima, mas foi de extrema importância por ter obtido excelente vendagem na Inglaterra (esteve entre os 20 mais vendidos) e confirmado a popularidade atingida pela banda quando do lançamento de seu 1º album, intitulado "Air Conditioning", de 1970. Além disso, foi o último disco de estúdio a contar com os geniais músicos Darryl Way (violino, teclados, percussão) e Francis Monkman (teclados, guitarra, percussão).

Como última boa caracteristica, a presença de duas canções magistralmente belas, "Melinda (More or Less)" e "Marie Antoinette" que revelaram, mais do que nunca, a belíssima voz da vocalista Sonja Kristina.

Outros trabalhos de excelente nível foram:

- "THREE FRIENDS": 3º album do GENTLE GIANT e um dos seus melhores.

- "WATERLOO LILY": 4º trabalho do CARAVAN e um dos seus melhores.

- "FIRST BASE": Fantástico 1º album da banda BABE RUTH. Infelizmente, nunca mais conseguiram repetir o feito, lançando apenas discos medianos ou fracos, sempre distantes do estilo Progressivo.

- "BODKIN": Excelente trabalho Hard-Prog da banda homônima.

- "RED SEA": 2º e excelente Hard-Prog do WARHORSE, banda que contava, entre outros, com o baixista Nick Simper (ex-DEEP PURPLE) e Ashley Holt (futuro vocalista da banda de RICK WAKEMAN).

- "FLASH" e "IN THE CAN": Respectivamente, 1º e 2º albuns do FLASH, banda que contou com astros como o guitarrista Peter Banks (líder do grupo, havia recém-saído do YES) e o tecladista Tony Kaye (outro recém-saido do YES, participou apenas do 1º album)

Imagem
- "ARGUS": A despeito de não ser um disco totalmente no contexto Progressivo, é uma das maiores obras-primas da história do Rock e merece ser aqui incluído. Nesta época, o WISHBONE ASH contava com sua formação original e entre eles estava o guitarrista Andy Powell, responsável futuramente pelo magnífico solo de guitarra na música "Ashes Are Burning" do RENAISSANCE e, como convidado, o tecladista John Tout, igualmente daquela banda.

- "BLACK SABBATH VOL. 4": Outro trabalho não totalmente Progressivo, mas com algumas faixas totalmente inseridas nesse contexto e uma qualidade geral absolutamente espetacular!!!

- "MADE IN JAPAN": Entre os discos ao vivo mais idolatrados do Rock, é um album duplo do Deep Purple, certamente o grupo de maior capacidade e ousadia, em termos de improvisos instrumentais, que já se viu na história do Hard Rock.

Tais improvisos eram extremamente longos, podendo chegar ao ponto de transformar músicas de 5 e 6 minutos em obras de mais de 30, como no caso das excelentes "Wring That Neck" e "Mandrake Root".

Para a turnê no Japão, porém, improvisos tão longos não aconteceram, pois alguns meses antes, o Purple havia lançado sua obra-prima, o magistral album "Machine Head", e por este ser puramente Hard, o caráter Progressivo dos discos e shows sofreu considerável redução.

Apesar disso, "Made in Japan", é um trabalho que contém os tradicionais e excelentes improvisos instrumentais e que, aliados aos brilhantes climas de teclados do mestre Jon Lord, permitem perfeitamente sua classificação como um trabalho de Hard Progressivo.

- "ELECTRIC LIGHT ORCHESTRA - NO ANSWER": Primeiro trabalho da banda homônima (também conhecida pela simples abreviatura ELO), cujo estilo se caracterizou por interessantíssima fusão de sonoridades puramente roqueiras com violinos e violoncelos sinfônicos. Em seu 1º album, além do futuro lider, o vocalista e multi-instrumentista Jeff Lynne, o ELO contava com a presença do também muilti-instrumentista Roy Wood, ambos ex-integrantes do THE MOVE.

- "MATCHING MOLE": 1º e homônimo album do grupo formado pelo baterista e vocalista Robert Wyatt após sua saída do SOFT MACHINE.

- "OBSCURED BY CLOUDS": a despeito de sua excelente qualidade, é um dos albuns menos Progressivos do Pink Floyd (apenas algumas faixas o são) e nesse artigo não deve entrar como destaque. Lembremos, porém, que todas as músicas do futuro clássico "DARK SIDE OF THE MOON" já haviam sido compostas e eram eram executadas na maioria dos shows que eles deram em 1972.

OBC Atingiu o 6º lugar nas paradas britânicas.

-"EARTHBOUND": Gravado ao vivo, possuía sofrível qualidade de gravação, sendo execrado pela maioria dos fãs do KING CRIMSON e pelo seu próprio lider, o guitarrista Robert Fripp. Hoje em dia, porém, após a excelente remasterização em CD, pode-se perceber que o show havia sido fenomenal.

Apesar da má qualidade sonora, chegou a se situar entre os 8 mais vendidos em 72 na Inglaterra.

-"DAYS OF FUTURE PASSED": Pois é, quem percebeu que a data original deste clássico dos THE MOODY BLUES não tem nada a ver com a desse artigo, está de parabéns.

Existe, porém, uma grande razão para que ele seja citado aqui e esta é a seguinte: no 2º semestre de 72, foi feita uma reedição nos EUA e esta obteve incrível sucesso de vendas, permanecendo por várias semanas nas paradas, tendo atingido, inclusive, o 4º e o 5º lugares por um bom período.

Este caso, além de ser bastante inusitado, mostrou muitíssimo bem o grau de pioneirismo desta obra, criada 5 anos antes, mas absolutamente à frente de tudo que havia sido feito até então.

No ano de 1972, os THE MOODY BLUES lançaram o album "SEVENTH SOJOURN", belo álbum de baladas, mas muito pouco ligadas ao Progressivo.

Imagem
- "CAMEL ON THE ROAD 1972": Outro trabalho que poderia não estar aqui incluso, pois só foi lançado 20 anos depois. De qualquer forma, serve muito bem para ilustrar o alto nível qualitativo que esta banda poderia atingir e também o quanto o cenário estava efervescente, com inúmeras bandas surgindo.

- "MIKE OLDFIELD": Outro exemplo para confirmar o comentário acima está no disco "TUBULAR BELLS", verdadeiro marco na concepção, execução e produção de um LP. O esmero em sua produção foi tão grande que o processo de gravação/mixagem e fabricação demorou mais de um ano e por essa razão acabou sendo lançado somente em 1973.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

ROBERTINHO DO RECIFE-JARDIM DA INFÂNCIA-BRASIL 1977


Aqui está a magnífica pérola de Robertinho. Meus caros amigos, é um enorme prazer colocar este álbum neste blog. Sei que há alguém que ficará maravilhado com esta postagem, meu grande amigo Almirão, a quem dedico esta beleza.
Conforme dito na postagem anterior, a resenha e o álbum serão encontrados no PROGRESSIVE DOWNLOADS.

LINK:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

ROBERTINHO DO RECIFE-SWINGUES TROPICAIS-BRASIL 1979



Jostein Gardner, autor de O Mundo de Sofia, fez uma interessante analogia, comparando o universo a um coelhinho branco. Segundo ele, as crianças nascem no topo dos pêlos do coelho, mas à medida que vão envelhecendo, começam a descer em direção à base desses pêlos. Enquanto criança, o ser humano se encanta com tudo a sua volta, com tudo que vê do topo dos pêlos, porém quando a idade avança, não se impressiona com quase nada, ou seja, desce em direção à pele, vivendo em conformidade com o que o mundo lhe apresenta; sem questionamentos, sem muita curiosidade, sem entusiasmo...
Robertinho do recife foi como um filósofo do mundo da música. Viveu intensamente no topo dos pêlos, embrenhou-se por diversas possibilidades musicais, recheando seus primeiros álbuns com incríveis viagens musicais, com muita criatividade e talento.
Neste álbum e no primeiro,ele apresenta toda sua versatilidade com composições e arranjos invejáveis que vão desde o mais típico folclore nordestino até viagens jazzísticas magníficas, com estilo que lembra Jeff Beck e John McLaughlin. Influências à parte, o cara tinha um estilo inconfundível, e era um grande compositor e maravilhoso guitarrista.
É tanta coisa magnífica neste álbum..., mas vou citar o duelo da guitarra de Robertinho com o sax do magnífico Beto Saroldi na faixa Dança Imaginária, e, também, da guitarra (Mclaughlin Beckiana) com os teclados do grande Tulio Mourão em Não Temas.

O grande blog PROGRESSIVE DOWNLOADS se antecipou postando o mais belo lançamento de Robertinho (na minha opinião), o primeiro álbum Jardim da Infância, que pode ser encontrado a partir do link http://progressivedownloads.blogspot.com/search/label/Robertinho%20de%20Recife.



MÚSICAS:

01 - Merengue (Abel Silva - Robertinho de Recife)
02 - Loucos swingues tropicais (Fagner - Robertinho de Recife)
03 - Louco por ti (Robertinho de Recife)
04 - Feras deveras (Robertinho de Recife - Jorge Mautner)
05 - Não temas (Robertinho de Recife)
06 - Papo de guitarrista (Robertinho de Recife)
07 - Dança imaginária (Robertinho de Recife)
08 - Meu anjinho (Robertinho de Recife)
09 - Sonhos e delírios (Robertinho de Recife)

MÚSICOS:

arranjos - Robertinho de Recife
Robertinho de Recife - guitarras, guitarra portuguesa (8),voz (4)
Túlio Mourão - teclados (1,2,3,5,7,8)
Valdecir Nei - baixo (1,2,3,4,5,6,7,9)
Picolé - bateria (1,3,4,5,6,7)
Elber Bedaque - bateria (2)
Robertinho Silva - percussão (1,3,5,7)
Juarez Araujo - sax (1,2), clarinete (1,2)
Sergio Bore - percussão/congas (2,3,5,6,7,8)
Chico Batera - percussão (1,3,7)
Zizinho - pandeiro/ritmo (5,6,7,8)
Beto saroldi - sax (7)
Oscar Perez - vocal (3)
Geraldo Azevedo - vocal (3)
Elba Ramalho - vocal (4)
Gal Costa - vocal (1)


LINK:
http://www.badongo.com/file/20310610

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

WISHBONE ASH-PILGRIMAGE-INGLATERRA 1971


Mais uma obra prima postada pelo ilustre Sr. Mercenário Maldito do PROGRESSIVE DOWNLOADS.
Este, que é o segundo álbum da banda, poderá ser encontrado, devidamente referenciado, como vocês já sabem, no magnífico blog citado acima; cujo link é: http://progressivedownloads.blogspot.com/2010/01/wishbone-ash-theres-rub-1974.html


WISHBONE ASH-THERE'S THE RUB-INGLATERRA 1974


Dando continuidade à parceria proposta por este blog e o PROGRESSIVE DOWNLOADS, apresento o quinto álbum de estúdio da banda.
Este já não conta com a participação do excelente guitarrista Ted Turner - que realizou memoráveis passagens, junto a Andy Powell, que ficarão marcadas na história da banda -, que só retornaria em 1987. Apesar de sua saída, o álbum é maravilhoso, pois manteve a qualidade proposta nos álbuns anteriores.
Para maiores informações e link para download, acessem o link a seguir: http://progressivedownloads.blogspot.com/2010/01/wishbone-ash-theres-rub-1974.html

sábado, 30 de janeiro de 2010

[RE POST] TRAFFIC-SHOOT AT THE FANTASY FACTORY-INGLATERRA 1973



MAIS UMA VEZ AQUI ESTOU COM A DIFÍCIL MISSÃO DE DISCORRER ALGO SOBRE ESTA MAGNÍFICA BANDA.
ACREDITEM, FICA MESMO DIFÍCIL FALAR SOBRE ÁLBUNS QUE FAZEM PARTE DE NOSSA DISCOGRAFIA MAIS ATIVA. FICA A IMPRESSÃO DE QUE, AO FALARMOS DELES, TERÍAMOS UMA OPINIÃO FORMADA. MAS NÃO É BEM ASSIM; A REPONSABILIDADE É MUITO MAIOR... POR OUTRO LADO, FICA A ABRIGAÇÃO DE QUEM SE PROJETA COMO DETENTOR DAS POSTAGENS DE UM BLOG.
DESTARTE, VAMOS LÁ: O ÁLBUM QUE APRESENTO É... É...É DO "CARVALHO"! PORTANTO, OUÇAM! COMECEM COM A MELHOR FAIXA: ROLL RIGHT STONES, UM DOS CLÁSSICOS DESSE ÁLBUM, QUE REAFIRMA TODA A VIRTUOSIDADE E CRIATIVIDADE DA BANDA; UM DOS MAIORES CLÁSSICOS DE TODOS OS TEMPOS E DE TODAS AS BANDAS - PROGRESSIVO, ÉPICO, SUBLIME...
GRAÇAS AO SENHOR STEVE WINWOOD!

LINK:
http://www.badongo.com/pt/file/20114834

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

[RE POST] SHIVER-WALPURGIS-SUÍÇA 1969



A CAPA DESTE ÁLBUM É UMA ARTE DE H.R. GIGER, BRILHANTE ARTISTA CUJA MENTE "DOENTIA" PRODUZIU OBRAS MARAVILHOSAS QUE TOCAM A PARTE MAIS REMOTA DE NOSSAS MENTES. LEMBRO-ME BEM QUE QUANDO VI PELA PRIMEIRA VEZ A CAPA DO SHIVER, TIVE A ESTRANHA SENSAÇÃO DE ALGO FAMILIAR. FOI ELE QUEM PRODUZIU A CAPA DO ÁLBUM BRAIN SALAD SURGERY DO ELP . ELE TAMBÉM FOI FUNDAMENTAL PARA O GRANDE SUCESSO DO FILME ALIEN, CUJA ATMOSFERA SOMBRIA FOI TODA BASEADA EM SUA ARTE.
O ÁLBUM WALPURGIS REFLETE MUITO BEM O CLIMA SOMBRIO DA CAPA. COMEÇA COM A FAIXA INSTRUMENTAL REPENT WALPURGIS, UMA DIVINA PORRADA PROGRESSIVA REGADA A HAMMOND, GUITARRA E BATERIA ALUCINANTES.
ALÉM DE UM BOM TOQUE DE BLUES QUE BRILHA NESTE ÁLBUM, HÁ UMA VERSÃO MUITO INTERESSANTE DE DON'T LET ME BE MISUNDERSTOOD DO THE ANIMALS, E OUTRA PARA LEAVE THIS MAN ALONE DO THE MOODY BLUES, AMBAS COM NOTÁVEL ESTILO DO PROCOL HARUM, ALIÁS A PRIMEIRA FAIXA DÁ A LEVE IMPRESSÃO DE ESTARMOS OUVINDO A REFERIDA BANDA, NÃO FOSSE PELO PESO MAIOR DO ESTILO DO BATERISTA.
A ÚLTIMA FAIXA É UM "BLUESÃO" INSTRUMENTAL SENSIBILÍSSIMO, COM SUAVE DOSE DE PSICODELISMO, QUE LEMBRA BEM O ESTILO INGLÊS. PIANO, ÓRGÃO E GUITARRA INTERCALAM-SE EM DIFERENTES DIMENSÕES RÍTMICAS FORMANDO UMA COMPOSIÇÃO DE RARA BELEZA, ALINHANDO-SE MAGISTRALMENTE À COMPETENTE BASE COMPOSTA PELO BAIXO E PELA BATERIA.
UM ÁLBUM INCRÍVEL!
PARA MAIORES E MELHORES INFORMAÇÕES SOBRE A BANDA, VISITEM O MAGNÍFICO BLOG PROGRESSIVE DOWNLOADS. LÁ, ENCONTRARÃO, EM EXCELENTE RESENHA, DENTRE OUTRAS COISAS, HISTÓRIAS INCRÍVEIS SOBRE O NOME DO ÁLBUM. O LINK É O SEGUINTE: http://www.progressivedownloads.blogspot.com/
LINK:
http://www.multiupload.com/ZGIENCTJVZ

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

WISHBONE ASH-WISHBONE ASH-INGLATERRA 1970





Eis o primeiro álbum da super banda Wishbone Ash; super banda sim, pois é o adjetivo mínimo que se pode apresentar para este grupo de músicos que tanto contribuiu para a discoteca dos amantes do rock'n roll.
É um álbum incrivelmente rico em variações de estilos musicais, predominando o rock, o blues e o jazz; e estas variações se dão na estrutura de cada música do álbum, fato este que leva muitos admiradores a classificá-la como uma banda de rock progressivo. Quanto a esta questão, sou adepto à definição de meu caríssimo amigo Mercenário Maldito - autor do magnífico blog PROGRESSIVE DOWNLOADS - que, frente a este impasse, escreveu as seguintes palavras: "Não me parece certo, dizer que o Wishbone Ash seja uma banda de progressivo, pode eventualmente lembrar essa corrente musical, numa ou noutra passagem, por conta da sua elaborada e complexa estrutura musical...". Eu acrescento que é realmente impressionante a forma como os quatro integrantes se harmonizam com tamanha precisão, e como desenvolvem suas belíssimas melodias com tanta riqueza de detalhes. Um outro ponto ainda, é que fazem tudo isso apenas com os instrumentos básicos (baixo, bateria e guitarras). Os dois guitarristas, Ted Turner e Andy Powell tinham tanto talento e entrosamento, que conseguiam tocar a mesma melodia, quase em uníssono, o que dá a impressão de que é aquele tipo de efeito sonoro em que um pedal faz gerar um duplo som com um pequeno atraso, fazendo parecer que há duas guitarras sendo tocadas ( creio que o nome do efeito seja DELAY...entendo "bulufas" de guitarra ). Destaco três músicas deste álbum que exprimem bem o que faz desta, uma das melhores bandas de todos os tempos; elas são a demonstração - para mim, irrefutável - de como se faz rock'n roll, de como se faz música de qualidade extrema e, principalmente, de como se faz música progressiva sem ser necessariamente uma banda de rock progressivo; são elas: Handy, Phoenix e a belíssima Errors of my way . Esta postagem dá início a um projeto dos blogs HOFMANNSTOLL e PROGRESSIVE DOWNLOADS, cujo objetivo é a postagem em parceria de alguns álbuns de determinadas bandas. As postagens dos álbuns de cada banda serão alternadas, de forma que um complementará a postagem do outro. Em cada postagem em parceria, haverá um link que levará os visitantes diretamente à postagem de outro álbum da banda.

http://progressivedownloads.blogspot.com/2010/01/wishbone-ash-theres-rub-1974.html - Este é o link que vai dar na postagem dos álbuns There's The Rub (1974) e Pilgrimage (1971). Lá também será possível compartilhar de um pouco da história do Wishbone Ash em resenhas muito bem elaboradas.
Esta parceria é um grande privilégio para mim, e será muito proveitosa, pois o PROGRESSIVE DOWNLOADS é um blog feito por quem realmente entende de música e sabe escrever sobre esta arte divina.

MÚSICAS:

01. Blind Eye
02. Lady Whiskey
03. Errors Of My Way
04. Queen Of Torture
05. Handy
06. Phoenix

MÚSICOS:

Martin Turner – Baixo, vocal
Andy Powell – Guitarra, vocal
Ted Turner – Guitarra, vocal
Steve Upton – Bateria

LINK:
http://depositfiles.com/files/sd0eksw7f


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

[RE POST] INSTRUMENTAL PROGRESSIVO II- POR FAUSTODEVIL-VÁRIOS ARTISTAS-2009



SEGUINDO A MESMA LINHA DE INSTRUMENTAL PROGRESSIVO, LANÇO MAIS ESTA COLETÂNEA DE MÚSICAS CUJOS NOMES ESTÃO AUSENTES. CASO SAIBAM OS NOMES E AUTORES, COLOQUEM NOS COMENTÁRIOS. PARA OS QUE NÃO SABEM, BASTA QUE APONTEM QUE FAIXAS DESEJAM SABER (COLOQUEM O E-MAIL PARA QUE EU POSSA ENVIAR AS RESPOSTAS).

LINK:
http://depositfiles.com/files/jcl0n3jtm

sábado, 9 de janeiro de 2010

EGBERTO GISMONTI-CORAÇÕES FUTURISTAS-BRASIL 1976




Enquanto digito, vou pensando em não me perder diante das viagens que faço enquanto ouço este álbum. Neste exato momento "tomo" o melhor Café (feito por Egberto), e devo dizer que este é um dos momentos mais inspirados, ou mais inspiradores, desta obra magnífica. Ano Zero e Dança das Cabeças nos levam por viagens complexas, melódicas, jazzísticas, progressivas...; em verdade, é indefinível.
É uma tolice tentar rotular um artista tão completo e complexo como Egberto Gismonti. Multistrumentista com sua obra universal, ele encanta o mundo da música desde a década de 1960 até hoje, com sucessivos álbuns e shows inovadores, e sempre acompanhado por músicos de qualidade suprema.
Lançou mais de trinta álbuns em sua carreira, além de diversas trilhas sonoras. Eu precisarei da ajuda de meu grande amigo Júlio (que me ensinou a gostar de Gismonti), caso queira postar mais álbuns deste artista maravilhoso.

A ficha técnica, detalhada música por música, está anexada ao álbum.

MÚSICAS:

1. Dança Das Cabeças (Egberto Gismonti) 08:29
2. Café (Egberto Gismonti) 04:47
3. Carmo (Egberto Gismonti-Geraldo Carneiro) 04:48
4. Conforme A Altura Do Sol (Egberto Gismonti) 01:15
5. Polichinelo (Egberto Gismonti) 01:35
6. Trem Noturno (Egberto Gismonti) 07:33
7. Ano Zero (Egberto Gismonti-Geraldo Carneiro) 06:50
8. Baião Do Acordar (Novelli) 06:31

MÚSICOS:

Egberto Gismonti - acoustic guitar, piano Fender Rhodes, piano, arp strings, mutron bi-phase, arp odyssey II, space echo, voice
Robertinho Silva - percussion, drums
Nivaldo Ornelas - sax, flute
Luiz Alves - contrabass
Renato Sbragia - contrabass
Danilo Caymmi - flute
Mauro Senise - flute
Paulo Guimarães - flute
Márcio Montarroyos - trumpet
Darcy Cruz - trumpet
Edmundo Maciel - trombone
Dulce Nunes - voice
Joyce - voice

LINK:
http://depositfiles.com/pt/files/qiws6m00m

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

[RE POST] INSTRUMENTAL PROGRESSIVO- POR FAUSTODEVIL-VÁRIOS ARTISTAS-2009



INSTRUMENTAL PROGRESSIVO É UMA COLETÂNEA FEITA POR MIM; COM MÚSICAS QUE, DE CERTA FORMA, TÊM UMA CONOTAÇÃO PROGRESSIVA. ALGUMAS MAIS, OUTRAS MENOS.
NÃO COLOQUEI NOMES VERDADEIROS NAS FAIXAS, POIS PARA PROPORCIONAR UMA "BRINCADEIRA" COM OS VISITANTES DO BLOG, E, TAMBÉM, PARA TENTAR GERAR UMA PARTICIPAÇÃO MAIS ATIVA DE TODOS NOS COMENTÁRIOS DAS POSTAGENS.
AS MÚSICAS ESTÃO NOMEADAS ASSIM: QUAL É 1, QUAL É 2..., OU SEJA, SUGIRO QUE APONTEM O NOME DA BANDA E DA MÚSICA (NOS COMENTÁRIOS), CASO IDENTIFIQUEM ALGUMA. SE NÃO, COLOQUEM A PERGUNTA E O E-MAIL, E ENTÃO EU RESPONDEREI. ALGUMAS FAIXAS SÃO BEM FÁCEIS, OUTRAS, NEM TANTO.
BOA SORTE A TODOS. ESPERO QUE GOSTEM!

LINK:
http://depositfiles.com/files/fvi5bh8n0

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

EUMIR DEODATO-DEODATO 2-BRASIL 1973



É satisfatório saber a diversificação de vertentes encontrada no campo da música. Também muito bom, é perceber tal diversificação enquanto fundadora de novas vertentes, que, por sua vez, são difusoras de outras.
Creio que vertentes musicais possam emergir a partir de diversos tipos de experiências: de viagens por outras terras, de parcerias, de simples mudanças de ares, de transformações interiores, mudança de valores, ou até mesmo de "expansão" da mente, quem sabe!?
É muito provável que Deodato tenha passado por algumas dessas experiências, por todas, ou até por outras mais. Ou não!
O que se sabe é que o Eumir Deodato tinha uma tremenda capacidade de criação, de transformação, transmutação, enfim, é o que costumamos classificar como gênio da música, pois não são simplórias suas atribuições enquanto músico: compositor, arranjador, maestro e instrumentista. Além de ter sido produtor de centenas de álbuns de artistas variados. Formou parcerias memoráveis com outros de renome, tanto nacionais quanto internacionais. Era tão requisitado que atraía para seu entorno dezenas de músicos do mais alto escalão mundial.
Vou citar apenas algumas parcerias deste gênio: João Donato, Elis Regina, Marcos Valle, Stanley Clarke, Milton Nascimento, Tom Jobim, Billy Cobham, Airto Moreira, Ron Carter, Hubert Laws, John Tropea, Rick Marotta, George Benson, Luiz Bonfá, Astrud Gilberto, Wilson das Neves, Flora Purim, Aretha Franklin, Roberta Flack, Wes Montgomery, Sinatra, Kool and The Gang's, Björk, Gal Costa, Oscar Castro Neves, Paulo Moura, Menescal, Mauricio Einhorn, Ray Barretto, Titãs (acústico MTV)... Nietzsche, Mozart, Beethoven (brincadeirinha). Perdão, eu disse que citaria apenas alguns, mas me empolguei...
O álbum em questão é mais uma obra prima concebida por Deodato. Foi lançado na sequência de Prelude de 1972 (outra obra prima), antes mesmo que o mundo retomasse o fôlego. É como se ele estivesse enfeitiçado, pois repete a façanha na mesma linha do álbum anterior, dando continuidade à fórmula de sucesso em diversos âmbitos, mormente no da qualidade musical suprema.
Encontramos aqui os mesmos ingredientes mágicos, tais como o jazz/soul muito bem entrosado, a imponente harmonia da bateria e da percussão em relação a todos os ritmos, a genialidade na desconstrução de clássicos consagrados, arregimentação ímpar dos instrumentos, os arranjos monumentais, as atuações individuais dos músicos e o entrosamento entre eles.
No sentido mais positivo do termo desconstruir, Deodato interfere significativamente na estrutura do clássico do The Moody Blues, Nights in White Satin, de forma triunfal, incrustando definitivamente sua legenda na história da música. A guitarra de John Topea trafega com alma iluminada por entre a divina colocação do baixo de Stanley Clarke e o magnífico conjunto de bateria (Billy Cobham) e percussão. Há momentos em que a guitarra grita frenética e melodicamente com toda sua força para poder emergir num mar de orquestração de cordas e metais. É uma explosão de cores, signos e emoções, dada numa impressionante alternância de cadência com suas progressões e regressões. É o surgimento de um novo clássico, por um músico altamente qualificado, para fazer jus à magnitude do original de 1967.
É um álbum completo em toda sua extensão, inclusive as três faixas bônus (foram incluídas com o lançamento da versão digital) encaixam-se perfeitamente no contexto da obra, e certamente seriam incluídas no vinil, se houvesse espaço. Todas são magníficas, com destaque para a versão do clássico Do it Again, que ganhou uma roupagem deliciosa, pois, também, fazendo jus à versão original.




Faixas:

Super Strut - Deodato
Rhapsody in Blue – George Gershwin
Nights in White Satin – The Moody Blues
Pavane for a Desd Princess – Maurice Ravel, Deodato
Skyscrapers - Deodato
Latin Flute (bônus) – Deodato
Venus (bônus) – Deodato
Do it Again (bônus) – Steely Dan

Músicos:

Deodato - Arranger, Conductor, Keyboards, Main Performer.
Drums - Billy Cobham, Rick Marotta.
Percussion, Conga - Rubens Bassini, Gilmore Degap.
Guitar - John Tropea.
Bass - Stanley Clarke, John Giulino.
TrumpetFlugelhorn - Burt Collins, Joe Shepley, Victor Paz, Alan Rubin, Jon Faddis, Marvin Stamm.
Trombone - Garnett Brown, Wayne Andre.
Bass Trombone - Tony Studd.
Sax (Baritone) - Joe Temperley.
Flute - Jerry Dodgion, Hubert Laws, Romeo Penque, George Marge.
Viola - Alfred Brown, Emanuel Vardi.
Violin - David Nadien, Max Ellen, Paul Gershman, Harry Glickman, Emanuel Green, Harry Lookofsky, Harold Kohon , Harry Cykman, Joe Malin, Gene Orloff, Elliott Rosoff, Irving Spice.
Cello - Charles McCracken, Alan Shulman, George Ricci.
Arco Bass - Russell Savakus, Alvin Brehm.
French Horn - Jim Buffington, Brooks Tillotson.







LINK:
http://www.mediafire.com/?convzdlnjlm

sábado, 5 de dezembro de 2009

KYRIE ELEISON-THE BLIND WINDOWS SUITE-ÁUSTRIA 1974



MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DE QUE ESSA BANDA É SINÔNIMO DE HARMONIA E, NESTE ÁLBUM, UMA DOSE UM POUCO MAIS INTENSA DE ENERGIA.
QUANDO POSTEI O PRIMEIRO ÁLBUM DA BANDA, DEI DESTAQUE ESPECIAL À BATERIA. AQUI, ALÉM DE REAFIRMAR, NÃO FAÇO MAIS POR FALTA DE PALAVRAS... E, AINDA ALÉM, DESTACO O MAGNÍFICO BAIXO MONSTRUOSO E INSISTENTE FEITO UMA SOMBRA QUE QUER TOMAR VIDA.
DIFERNETE DO SEGUNDO ÁLBUM, EM QUE HÁ PREDOMINÂNCIA DOS TECLADOS,THE BLIND WINDOWS SUITE APRESENTA A FORÇA GRITANTE DA GUITARRA, CONFERINDO UMA ATMOSFERA INDISCUTIVELMENTE MAIS ANIMAL A ESTE, EM RELAÇÃO AO OUTRO.
EU DIRIA QUE A GUITARRA É O INSTRUMENTO MAIS SIGNIFICATIVO NESTA OBRA, NÃO FOSSE MINHA ADMIRAÇÃO POR BANDAS QUE UTILIZAM A BATERIA COMO INSTRUMENTO RESPONSÁVEL NÃO APENAS PELA ORGANIZAÇÃO DA COZINHA, MAS TAMBÉM O CONVIDAM PARA UM DRINK NA SALA DE ESTAR.
PARA INFORMAÇÕES MAIS PRECISAS SOBRE ESTE ÁLBUM E ACESSO AO LINK PARA DOWNLOAD, GOSTARIA DE LHES INDICAR O SENSACIONAL E ELUCIDATIVO BLOG PROGRESSIVE DOWNLOADS, REPONSÁVEL PELA GRANDE SACADA DE TER POSTADO ESTE ÁLBUM: http://progressivedownloads.blogspot.com/2009/10/kyrie-eleison-blind-windows-suite-1974.html

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

(RE POST) KING CRIMSON-IN THE COURT OF THE CRIMSON KING-INGLATERRA 1969



IN THE COURT OF CRIMSON KING, NA MINHA OPINIÃO, É O MELHOR ÁLBUM DA BANDA. ALIÁS, EU JÁ COMENTEI ISSO QUANDO POSTEI O MAGNÍFICO RED. PORTANTO NÃO HÁ MUITO MAIS PARA FALAR SOBRE ESTA PEDRA PRECIOSA, LAPIDADA COM TANTA MAESTRIA.
FICO IMPRESSIONADO ATÉ HOJE COM O SENTIMENTO INTRIGANTE QUE A CAPA DESTE ÁLBUM ME CAUSA. LEMBRO-ME BEM QUE QUANDO ADIQUIRI ESTA OBRA PRIMA, MEU AMIGO "CABELINHO" FEZ A SENSIBILÍSSIMA OBSERVAÇÃO DE QUE A FAIXA EPITAPH REPRESENTA, MISTERIOSAMENTE, O CLIMA DE MEDO, DE DESESPERO, CONTIDO NESTA ARTE TÃO EXPRESSIVA; COMO SE A MÚSICA TIVESSE SIDO COMPOSTA NUM MOMENTO DE PERLUSTRAÇÃO DA PINTURA EM QUESTÃO, OU VICE VERSA.

Eis que trago para audição on line a música com um dos mais belos e inspirados solos de flauta.


02- I Talk to the Wind



LINK:
http://www.multiupload.com/DA06OHGHOX

domingo, 29 de novembro de 2009

FELT-FELT-USA 1971





ESSA DIVINA RARIDADE FICOU VAGANDO PERDIDA NO TEMPO DESDE 1971, ATÉ QUE UMA RARA ALMA DECIDIU LANÇAR O VINIL EM 2000 E O CD EM 2004, AMBOS PELA AKARMA RECORDS.
É UMA BANDA EXCEPCIONAL EM TODOS OS SENTIDOS. OS CARAS DESENVOLVEM UM INSTRUMENTAL MUITO AGRESSIVO, COM FORTE PEGADA DA BATERIA, DOS SOLOS DE GUITARRA IMPECÁVEIS EM SUAS VARIAÇÕES MELÓDICAS. O ÓRGÃO FAZ A SUA PARTE NO MELHOR ESTILO DA ÉPOCA, FLORINDO TODAS AS MÚSICAS COM VIAGENS ALUCINANTES E MELÓDICAS. TUDO ISSO É REPRESENTADO ATRAVÉS DE VIAGENS QUE TRAFEGAM PELO HARD ROCK, BLUES E UMA INFLUÊNCIA PROGRESSIVA EM ALGUMAS MÚSICAS, COM INVEJÁVEL HARMONIA EM TODAS ELAS.
HÁ UMA CURIOSA E PERTINENTE APARIÇÃO DA BASE INSTRUMENTAL DA MÚSICA I WANT YOU DOS BEATLES EM DUAS FAIXAS. É AQUELA BASE DE GUITARRA QUE É REPETIDA VÁRIAS VEZES ATÉ O FINAL, QUE, ALIÁS, DÁ UM TOM EXTREMAMENTE PROGRESSIVO DESTE CLÁSSICO DOS BEATLES. EM WEEPIN' MAMA BLUES, DE FORMA UM POUCO DIFERENTE DA PENÚLTIMA MÚSICA, A REFERIDA BASE INSTRUMENTAL INTERCALA COM OUTRA, QUE FAZ REFERÊNCIA À HOOCHIE COOCHIE MAN DE MUDDY WATERS , RESULTANDO NUMA PÉROLA MAGNÍFICA, EM QUE HÁ DOIS EXCELENTES SOLOS DE GUITARRA, SENDO O SEGUNDO, COM DUAS GUITARRAS QUE DESENVOLVEM A MESMA MELODIA, CUJA PERFORMANCE LEMBRA O ÊXITO DA DUPLA DE GUITARRISTAS DO WISHBONE ASH. JÁ EM THE CHANGE, A BASE INSTRUMENTAL DA MÚSICA DOS BEATLES APARECE DE FORMA MUITO CLARA, ENCAIXANDO-SE PERFEITAMENTE AO ANDAMENTO DO BELÍSSIMO PROGRESSIVO DO SOM DO FELT.

MÚSICOS:

ALLAN DALRYMPLE - TELADOS
TOMMY GILSTRAP - BAIXO
MYKE JACKSON - GUITARRA
STAN LEE - GUITARRA
MIKE NEEL -BATERIA

FAIXAS:

1 Look at the Sun
2 Now She’s Gone
3 Weepin’ Mama Blues
4 World
5 The Change
6 Destination

LINK: (NOVO)
http://www.badongo.com/file/18823899

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

FLÁVIO VENTURINI-NASCENTE-BRASIIL 1982



ESTE É UM ÁLBUM QUE DEVE ESTAR NA CABECEIRA DE TODOS QUE GOSTAM DE MÚSICA PROGRESSIVA.
UM ÁLBUM MARAVILHOSO DE BELÍSSIMAS CANÇÕES.
É UMA PENA EU NÃO TER CONSEGUIDO A FICHA TÉCNICA NA WEB; O QUE EU CONSIDERO UMA VERGONHA, POIS FIZ DIVERSAS PESQUISAS. CREIO SER UMA OBRIGAÇÃO DOS SITES E BLOGS DE MÚSICA MINEIRA E MPB. MAS TUDO BEM, ASSIM QUE EU CONSEGUIR, EU A POSTAREI.
RESUMINDO O ÁLBUM, DESTACO AS CANÇÕES JARDIM DAS DELÍCIAS E FANTASIA BARROCA COMO PÉROLAS DA MÚSICA PROGRESSIVA INSTRUMENTAL. SÃO DUAS MÚSICAS DO MAIS ALTO NÍVEL PROGRESSIVO, QUE REVELA A VEIA PROGRESSIVA DE FLÁVIO VENTURINI. FANTASIA BARROCA TEM A INDISPENSÁVEL PARTICIPAÇÃO DE SEU IRMÃO (NAS GUITARRAS) CLÁUDIO VENTURINI, MAGNÍFICO MÚSICO COMPANHEIRO NA BANDA O TERÇO.

1 - PRINCESA ( F.Venturini e R.Bastos )
2 - PENSANDO EM VOCÊ ( F.Venturini e Kimura )
3 - JARDIM DAS DELÍCIAS ( F.Venturini )
4 - FASCINAÇÃO ( F.Venturini e M.Alkmin )
5 - QUALQUER COISA HAVER COM O PARAÍSO (F.Venturini e M.Nascimento )
6 - NOITES DE JUNHO ( Tavinho Moura e R.Bastos )
7 - ESPANHOLA ( F.Venturini e Guarabyra )
8 - CHAMA DO CORAÇÃO ( F.Venturini e M.Antunes )
9 - TEU OLHAR, MEUS OLHOS ( F.Venturini , Zé Eduardo,Paulo Oliveira )
10 - ALICE ( F.Venturini e M.Antunes )
11 - FANTASIA BARROCA ( F.Venturini )
12 - NASCENTE ( F.Venturini e M.Antunes )

LINK:
http://www.badongo.com/file/18037222

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

PASSPORT-CROSS-COLLATERAL-ALEMANHA 1975


EIS UM ÁLBUM QUE CONSIDERO ALTAMENTE RECOMENDÁVEL, APESAR DE NÃO SER APAIXONADO POR FUSION. PERDOEM-ME MAS SOU MAIS FÃ DO PROGRESSIVO MAIS CADENCIADO; FUSION É MUITA (CON)FUSION PRA MINHA CABEÇA. NÃO QUERO COM ISSO, DIZER QUE O ESTILO É RUIM OU INFERIOR, POIS GOSTO MUITO DE ALGUMAS BANDAS, COMO MAHAVISHNU, POR EXEMPLO. É UMA QUESTÃO DE FORMAÇÃO E PREFERÊNCIA MUSICAL MESMO. TALVEZ AINDA NÃO TENHA ATINGIDO O AMADURECIMENTO COMPLETO PARA DIGERIR TAL ESTILO. QUEM SABE UM DIA!
VOLTANDO AO CROSS-COLLATERAL, É UM DISCO INTERESSANTÍSSIMO (VEJA QUE CONTRADIÇÃO! TALVEZ JÁ SEJA UM COMEÇO DE MINHA REDENÇÃO), EM QUE DESTACO A MAGNÍFICA FAIXA TÍTULO QUE, ALIÁS, ACONSELHO AOS OUVINTES QUE NÃO SE IDENTIFICAM MUITO COM O SOM INTRINCADO DO UNIVERSO FUSION, QUE OUÇAM A MÚSICA COM PACIÊNCIA ATÉ O MINUTO 03:12 (APROXIMADAMENTE), POIS A PARTIR DAÍ SERÃO RECOMPENSADOS COM A MARAVILHA CADENCIADA E PODEROSA DA BATERIA DE CURT CRESS, JUNTO AO MAGNÍFICO BAIXO DE WOLGANG SCHMID E AOS DIVINOS TECLADOS DE KLAUS DOLDINGER E KRISTIAN SCHULZE QUE ELEVAM ESTA MÚSICA, ESPANTOSAMENTE, AO MAIS ALTO PATAMAR HARMÔNICO E PROGRESSIVO.

02-Cross-Collateral


MÚSICOS:
Klaus Doldinger: soprano & tenor saxes, moog, electric piano & mellotron
Kristian Schulze: electric piano & organ
Wolfgang Schmid: bass & guitar
Curt Cress: drums & electronic percussion 

MÚSICAS:
1. Homunculus
2. Cross-Collateral
3. Jadoo  
4. Will-o'the-Wisp
5. Albatros Song
6. Damals  
LINK:

http://www.multiupload.com/J12N214IE4